
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que a disseminação de mensagens falsas nas redes sociais não convém à democracia. Na quarta-feira (17), a presidente do TSE pediu serenidade às candidaturas de Jair Bolsonaro e de Fernando Haddad.
A ideia de reunir os dois lados foi da própria presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Estavam presentes os ministros do Supremo e do TSE Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin.
A ministra pediu aos advogados das duas candidaturas à presidência serenidade, compromisso contra a violência e contra divulgação de mensagens sem fundamentos atacando as urnas.
O advogado de Jair Bolsonaro disse que as mensagens falsas são preocupação da campanha e que o candidato quer que os casos de violência sejam apurados.
“Eu penso que só o fato de nós estarmos aqui dialogando já é uma vitória, sem dúvida alguma”, disse Tiago Ayres, advogado de Jair Bolsonaro.
Um dos coordenadores de campanha de Fernando Haddad disse que é importante descobrir a origem das mensagens falsas, as fake news.
“A disseminação de fake news dessa forma, ela deforma a democracia brasileira, ela altera o resultado eleitoral”, afirmou Emídio de Souza, coordenador de campanha de Fernando Haddad.
Os representantes dos candidatos também fizeram sugestões à ministra, entre elas, que Rosa Weber faça um pronunciamento com uma mensagem de confiança de que as urnas são seguras. Uma das preocupações do Tribunal Superior Eleitoral é combater as contestações à votação eletrônica, muitas propagadas por meio de fake news.
Nesta quinta-feira (18), os advogados das campanhas de Bolsonaro e Haddad também se reuniram com procuradora-geral Eleitoral. Raquel Dodge afirmou que “a disseminação de conteúdo falso nas redes sociais não convém à democracia”.
“Numa democracia não pode haver censura. Mas é preciso também que não haja abuso, não haja ilícito, no modo como as pessoas se expressam, no modo como elas convencem os demais vizinhos eleitores a apoiar determinado candidato e também não pode haver um cooptação viciada da vontade eleitoral”, disse a procuradora.
O ministro Edson Fachin pediu “fair play” para que candidatos sigam as regras do jogo.
“Pratiquemos o fair play, que significa cumprir e fazer cumprir as regras do jogo. Haverá um estado a gerir e uma sociedade a atender, em todas as manhãs seguintes ao pleito eleitoral. Com segurança e transparência, a Justiça Eleitoral tem atuado e continuará atuando e, para tanto, conta sempre com a diligência constante e permanente do Ministério Público Eleitoral”, afirmou Fachin.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a Polícia Federal está investigando as fake news e que espera apresentar conclusões nos próximos dias.
A ideia de reunir os dois lados foi da própria presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Estavam presentes os ministros do Supremo e do TSE Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin.
A ministra pediu aos advogados das duas candidaturas à presidência serenidade, compromisso contra a violência e contra divulgação de mensagens sem fundamentos atacando as urnas.
O advogado de Jair Bolsonaro disse que as mensagens falsas são preocupação da campanha e que o candidato quer que os casos de violência sejam apurados.
“Eu penso que só o fato de nós estarmos aqui dialogando já é uma vitória, sem dúvida alguma”, disse Tiago Ayres, advogado de Jair Bolsonaro.
Um dos coordenadores de campanha de Fernando Haddad disse que é importante descobrir a origem das mensagens falsas, as fake news.
“A disseminação de fake news dessa forma, ela deforma a democracia brasileira, ela altera o resultado eleitoral”, afirmou Emídio de Souza, coordenador de campanha de Fernando Haddad.
Os representantes dos candidatos também fizeram sugestões à ministra, entre elas, que Rosa Weber faça um pronunciamento com uma mensagem de confiança de que as urnas são seguras. Uma das preocupações do Tribunal Superior Eleitoral é combater as contestações à votação eletrônica, muitas propagadas por meio de fake news.
Nesta quinta-feira (18), os advogados das campanhas de Bolsonaro e Haddad também se reuniram com procuradora-geral Eleitoral. Raquel Dodge afirmou que “a disseminação de conteúdo falso nas redes sociais não convém à democracia”.
“Numa democracia não pode haver censura. Mas é preciso também que não haja abuso, não haja ilícito, no modo como as pessoas se expressam, no modo como elas convencem os demais vizinhos eleitores a apoiar determinado candidato e também não pode haver um cooptação viciada da vontade eleitoral”, disse a procuradora.
O ministro Edson Fachin pediu “fair play” para que candidatos sigam as regras do jogo.
“Pratiquemos o fair play, que significa cumprir e fazer cumprir as regras do jogo. Haverá um estado a gerir e uma sociedade a atender, em todas as manhãs seguintes ao pleito eleitoral. Com segurança e transparência, a Justiça Eleitoral tem atuado e continuará atuando e, para tanto, conta sempre com a diligência constante e permanente do Ministério Público Eleitoral”, afirmou Fachin.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a Polícia Federal está investigando as fake news e que espera apresentar conclusões nos próximos dias.
Fonte: Jornal Nacional
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