Com alta de 8,8%, o varejo farmacêutico nacional bateu recorde de faturamento em 2020, atingindo a histórica marca de R$ 58,2 bilhões. O desempenho se deu mediante a crescente venda de produtos voltados para higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, ou seja, os classificados como “não-medicamentos”.
Apenas esse segmento movimentou cerca de R$ 18,7 bilhões. O valor corresponde a uma alta de 9,16% em relação às vendas realizadas em 2019. Essa fatia totaliza 32% da receita do setor, conforme apontam os dados divulgados pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), em 03 de fevereiro.
Os medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs) também impulsionaram o faturamento do varejo farmacêutico. Somente eles cresceram 17,68%. A alta fez com que pela primeira vez estes produtos ultrapassassem R$ 10 bilhões em receita.
Ao mesmo tempo, as vendas de medicamentos também apresentaram cifras animadoras, R$ 39,4 bilhões em 2020.
Ascenção das vendas no e-commerce e delivery
Com a pandemia, as compras online ganharam destaque no cotidiano dos brasileiros, que passaram a consumir mais pelo digital.
Como reflexo desse comportamento, o varejo farmacêutico viu suas vendas por delivery e e-commerce ascenderem 137,11%.
Essa categoria gerou R$ 1,77 bilhão em receita. A performance ampliou a participação das vendas online de 1% para 3% no volume de negócios.
Testes para Covid-19
Ainda no cenário da pandemia, a venda dos testes rápidos para Covid-19 também impulsionou o faturamento do varejo farmacêutico. Ao todo, foram mais de 2,5 milhões de testagens realizadas no Brasil.
Ticket Médio das farmácias
Por fim, outro importante destaque apontado foi o aumento do ticket médio das farmácias, que subiu 19,2%, saindo de R$ 55,07 para R$ 65,69 por pessoa.
*Ictq.com
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